terça-feira, 18 de junho de 2013

História sem o teu nome

Ontem fartei-me de rir,
Ontem fui eu mesma,
Não me julgavam
E gostavam de mim como realmente sou.
Hoje parece que tudo tinha de mudar
Tive de esquecer o ontem
Esquecer as palavras que ouvi,
Os gestos que vi,
O que me fizeram sentir…
Há amigos que não se esquecem!
Fazem-se,
Seguram-se,
Previnem-se,
Mas depois vem sempre alguém que estraga tudo…
Pessoas sem vida própria,
Então gostam de se meterem na vida dos outros,
Magoar
E fazer quem luta perder tudo!
Acusam os outros,
Mas quem faz o mal
É que acusa o estranho!
Levantar a cabeça,
Mais uma vez,
Histórias que ficam pelo caminho,
Uma amizade de 4 anos que acaba em segundos
Por crianças que não têm vida!
No dia em que conseguirem ser decentes
Comuniquem à sociedade,
Visto que eu já não o poderei fazer,
Quando isso acontecer
Já por cá passaram cinco ou seis gerações depois da minha.
Mentalidade?
Hoje ninguém a têm,
Com 14 anos já se dizem maduros
No entanto nem sabem o significado de vida
Nem eu com 18 anos,
Nem os meus pais nos 40 e 50.
Não me venham com “Cresçam”
Hoje também ninguém sabe crescer
A não uns centímetro na altura para tentarem meter medo.
O que mete medo não é o corpo
Medo mete sim a mentalidade
Mas como ninguém a tem,
Por favor não temam mais.
Tenham medo sim,
Dos vossos amigos,
Verdadeiros amigos,
O que dói não é um estalo,
Dói mesmo é quando eles tomam um rumo

Numa história sem o teu nome…


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